quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

DICAS DE VIAGEM: MUSEU DO LOUVRE- PARIS , FRANÇA


Museu do Louvre
Endereço: Rue de Rivoli, 99 - Traçar rota
Telefone: (1) 4020-5317

Horário de funcionamento

Abre diariamente, com horários variados. Segundas, quintas e fins de semana, das 9h às 17h30; quartas e sextas, das 9h às 21h15

Formas de pagamento

€10 (mostra permanente),€11 (mostras no Hall Napoléon),€14 (entrada combinada para os museus do Louvre e Eugéne Delacroix). Grátis para menores de 18 anos,residentes na União Europeia entre 18 e 25 anos e em todos os primeiros domingos de cada mês e no dia 14 de Julho. Menores de 26 anos têm acesso livre nas noites de sexta-feira,das 18h às 21h45.

As intervenções do arquiteto I.M. Pei trouxeram inovadoras soluções de iluminação e circulação para o Louvre, além de oferecer uma entrada principal com sua polêmica pirâmide. (Shutter Pea)

Frequentemente vencedor em rankings dos museus mais visitados do mundo – a média das últimas listas é superior a 8 milhões de pessoas anuais –, esse palácio do século 12 foi convertido na meca da arte em 1793, quatro anos após a Revolução Francesa. Entre as mais de 35 mil obras em exibição no Museu do Louvre estão nada menos que a Vênus de Milo, escultura de autor desconhecido, e a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci – esteja preparado para enfrentar multidões, especialmente em torno desse quadro, que surpreende muitos pelo diminuto tamanho. Obviamente, tamanho não é documento, pena que não é possível observar esta preciosa obra-prima com toda calma, silêncio e veneração que lhe seria necessário.


São mais de 60 mil metros quadrados de área nesse gigantesco acervo de arte de inúmeras épocas e culturas do mundo, por isso vale reforçar a premissa de que o ideal é reservar mais de um dia para a visita.
A visita ao Museu do Louvre já começa de forma teatral, com a pirâmide de vidro do arquiteto sino-americano Ieoh Ming Pei dando as boas-vindas aos turistas e apreciadores de arte. A solução encontrada por Pei não só ofereceu um novo cartão-postal à Paris, mas também uma tão aguardada entrada (decente) para o edifício. Além disso, inundou de luz todo o Hall Napoleon e deu ainda mais crédito ao amalucado livro de Dan Brown, O Código da Vinci.

UM POUCO DE HISTÓRIA
As origens do Louvre remontam ao ano de 1190, quando aqui foi construída uma massiva fortaleza junto às margens do rio Sena. O castelo do rei Felipe Augusto possuia um ar obviamente bélico, com muralhas e torres. No século 14, o rei Carlos V imprimiu um ar menos espartano ao complexo, agora transformado em residência real. Os ares palacianos surgiriam pela vontade dos soberanos renascentistas Francisco I (que demoliu o antigo castelo e trouxe Leonardo da Vinci para a França — com a Mona Lisa a tiracolo) e Henrique IV (que aqui abrigou artistas que montaram atêlies em seus recintos).
Com a mudança da corte para Versalhes, o Louvre ficou em estado lastimável, sendo transformado em museu em 1793, durante a Revolução Francesa. Com a expansão colonialista francesa durante o século 19, uma série de antiguidades do Oriente Médio e Egito foram “importadas” pelos franceses. Jean François Champollion, o homem que decifrou a Pedra de Rosetta, foi o primeiro curador do departamento egípcio.
A última grande intervenção no edifício foi comandada pelo presidente François Mitterand em 1989, que encomendou o polêmico — como tudo em Paris — projeto de I.M. Pei.

DEPARTAMENTOS
O Museu do Louvre cobre um longo e precioso trecho da produção artistica do homem. A curadoria dividiu o acervo em sete coleções, dispostas em três seções principais: Sully (o Cour Carrée), Richelieu (que abrange a ala paralela à Rue de Rivoli) e Denon (a ala ao longo do rio Sena). Todas elas possuem acesso através da pirâmide.
Os departamentos seguem um labiríntico roteiro pelo museu: Antiguidades (dividido em coleções egípcia, grega, romana e etrusca), Pinturas (principalmente francesas e europeias), Antiguidades Orientais (objetos do Oriente Médio, Mesopotãmia, Índia e norte da África), Esculturas, Arte Decorativa, Gravuras e Desenhos (que conta com manuscritos com iluminuras e esboços e estudos de mestres como Leonardo e Rembrandt) e Arte Tribal (hoje no novíssimo Museu Quai-Branly).

DESTAQUES
– A Mona Lisa (La Gioconda), pintura de Leonardo da Vinci, do século 16
– Le Radeau de la Méduse, pintura de Théodore Géricault, do século 19
– A Vitória de Samotrácia, escultura grega de cerca de 190 a.C.
– A coleção egípcia, em grande parte angariada por Napoleão Bonaparte, no século 19
– Vênus de Milo, escultura grega de cerca de 100 a.C.
– A Liberdade Guiando o Povo, pintura francesa de Eugène Delacroix, do século 19
– A Coroação de Napoleão, pintura francesa de Jacques-Louis Davi, do século 19

DICAS
Evite filas chegando bem cedo. Isso lhe economizará tempo (e muita paciência) tanto na hora de entrar como na visita em si, com menos aglomerações sobre as peças mais famosas, como a Vênus de Milo e a Mona Lisa. Conheça todos os destaques das amostras primeiro e depois, com mais calma, passe pelas obras menos disputadas. Se já é um veterano, faça uma programação antecipada para evitar o sobe e desce. Outra forma de agilizar a entrada é comprar o ingresso pelo site.

O Louvre possui três entradas: a da pirâmide é de longe a mais congestionada, portanto evite-a. A única exceção é se você possui um Paris Museum Pass, que tem um acesso exclusivo. As entradas da Porte des Lions e da Galerie du Carrousel são mais tranquilas e, por vezes, podem estar surpreendentemente vazias nos meses de inverno e no começo da primavera.
Na alta temporada, de junho a agosto, entre 10h e 15h, as filas podem durar enervantes 2 horas sob o sol de verão.
O Museu não dispõe de estacionamento.

        5 pontos para prestar atenção na sua visita ao Louvre, em Paris



1. Uma janela perfeita

“Na sala 29, estão os quadros do ‘rei da luz de velas’, Georges La Tour. E, caminhando em direção à sala 18, uma janela serve de mirante natural, de onde se vê parte da fachada do museu, a pirâmide, o Arco do Carrossel e a Torre Eiffel. Incrível.”
Eros e Psique

2. Love com eros e psiquê

“Em vez de botar cadeado numa ponte, prefiro fazer meus votos de amor eterno diante da estátua de Eros e Psiquê, de Canova. O melhor horário para fotos é no meio da tarde, quando as asas de Eros são iluminadas pela luz natural.”


3. Romantismo com emoção

“É difícil segurar a emoção diante de duas enormes pinturas do romantismo francês: uma delas conta a história de um naufrágio (A Barca da Medusa, de Géricault); a outra, representa o espírito libertário da Revolução Francesa (A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix).”

4. Vitória de Samotrácia como no filme

“No térreo, uma passada pelos Escravos de Michelangelo, antes de ir para a escadaria que liga a ala Denon com uma das mulheres gregas mais lindas que eu já vi. A forma mais legal de encontrar com a Vitória de Samotrácia é subir rapidamente segurando o fôlego, tal qual fizeram Audrey Hepburn e Fred Astaire no filme Cinderela em Paris.”
                                                    Da Vinci 
Monalisa


 A Bela Ferronière.

5. Tour único por Da Vinci

“Nenhum museu tem tantos Da Vinci quanto aqui – seis. A Monalisa é um marco, mas há também o retrato de uma mulher com cara de enfezada, A Bela Ferronière.”
FONTE: http://viagemeturismo.abril.com.br/materias/5-pontos-para-prestar-atencao-na-sua-visita-ao-louvre-em-paris/
FOTOS:






          








quarta-feira, 30 de novembro de 2016

DICAS DE VIAGEM : CHÂTEAU DE VERSAILLES, FRANÇA

História da França
Napoleão Bonaparte 


O território da atual França é habitado há milhares de anos. Vários século antes da Era Cristã, tribos celtas, de origem indo-europeia, instalaram-se na região. Por volta de 600 aC, os gregos fundaram a colônia de Massilia (atual Marselha), influenciando os povos da região, com sua cultura.

Os romanos chamavam a região de Gália (incluía também a Bélgica e parte da Alemanha) e começaram a conquistá-la em 121 aC, quando dominaram a área desde o Mediterrâneo até o Lago Genebra, na atual Suíça. Denominaram essa área de Província, nome que deu origem à região francesa de Provence. Entre 58 e 50 aC, Júlio César conquistou o restante da Gália, o que foi um de seus maiores triunfos. A Gália foi dividida em províncias.
Nos séculos seguintes, houve uma romanização da região, incluindo a assimilação do latim.


A partir da segunda metade do século 3 da Era Cristã, a Gália sofreu incursões de tribos bárbaras, como os francos e os alamanos. No final do século 5, os francos, já convertidos ao cristianismo, assumiram o controle da Gália.
No século 7, o reino franco entrou em decadência e foi dividido. Em 714, Carlos Martel, filho bastardo de Pepino II, tomou o poder. Nessa época, os árabes estendiam seus territórios na costa do Mediterrâneo e na Península Ibérica. Mas, na França, Carlos Martel os expulsou.
No século 8, Carlos Magno, filho de Pepino III, assumiu o poder e expandiu seus domínios. Em 800, o Papa Leão III sagrou-o Imperador Romano do Ocidente. Após sua morte, em 814, seu Império foi dividido em domínios feudais.
O Feudalismo começou a se instalar na Europa depois da queda do Império Romano, mas intensificou-se a partir do século 9, depois da morte de Carlos Magno.
Durante o século 9, os vikings fizeram uma série de invasões à França. Em 911, um tratado concedeu, como um feudo, parte do território aos invasores: a Normandia.
No século 11, a Europa era formada por conjuntos de feudos, administrados por cidadelas, cercadas por muros de pedras. As alianças eram forjadas principalmente por casamentos entre nobres. No final desse século, começaram as Cruzadas, que buscavam "libertar" a Terra Santa do controle dos muçulmanos.


Em 1066, o Duque da Normandia, embora vassalo do Rei da França, assumiu o trono da Inglaterra, como Guilherme I. Em 1154, Henrique Plantageneta, Conde de Anjou, da Touraine e do Maine, na França, assumiu o trono da Inglaterra. Henrique era casado com Leonor da Aquitânia, também da França, e assim tornou-se senhor de grande parte da França ocidental. Esse imbróglio feudal acabou detonando a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), entre França e Inglaterra, até a expulsão dos ingleses dos territórios da França.

Nas décadas seguintes os soberanos franceses concentraram-se principalmente em fortalecer e consolidar o Reino da França. Os soberanos deram passos progressivos na direção do Absolutismo.
No início do século 16, os franceses arriscaram-se na exploração do Novo Mundo, dominado por portugueses e espanhóis. No Brasil, pirateavam o pau-brasil. Por volta de 1509, o fidalgo português Diogo Álvares Correia, o Caramuru, que navegava com os franceses, naufragou no litoral de Salvador, Bahia. Em 1528, a princesa tupinambá Catarina Paraguaçu foi batizada na Catedral de Saint-Malo e casou-se com Diogo Álvares. Os franceses tentaram estabelecer colônias no Brasil, mas foram expulsos pelos portugueses. Entretanto, fundaram colônias na América do Norte que prosperaram.


A partir do século 17, a França tornou-se uma potência europeia e ultramarina. Luís XIV marcou o apogeu do Absolutismo na França. Em 1666, fundou-se a Académie des Sciences.
No século 18, as ciências ganharam mais espaço nas mentes europeias. Em 1751, foi publicada a Encyclopédie por Denis Diderot e Jean d'Alembert. Os privilégios concedidos ao clero e à nobreza geravam crescente insatisfação na população. Novas ideias combatiam a intolerância religiosa e o absolutismo. O Rei Luís XVI arrastou-se para uma crise financeira, com elevados débitos de guerra.


Em 1789, o Antigo Regime desabou. Luís XVI convocou, para maio, a Assembleia dos Estados Gerais, composta por membros da nobreza, do clero e pelo Terceiro Estado, com representantes do povo (não todo o povo, mas principalmente a burguesia). Os Estados Gerais eram convocados apenas em crises e não se reuniam desde 1614. A nobreza decidiu organizar-se em uma câmara separada, o clero, também. Mas o Terceiro Estado recusou-se a fazer o mesmo. Em 17 de junho, após debates sobre o impasse, o Terceiro Estado decidiu que eles se tornariam a Assembleia Nacional, numa sensacional inversão de poder, em que se lançaram do terceiro para o primeiro lugar, acima do Rei. A nobreza e o clero foram convidados a unir-se à nova instituição. A nobreza, entretanto, declarou a nova Assembleia ilegal. O Rei mandou fechar a sala destinada ao Terceiro Estado, ordenando que todos os deputados deveriam ouvir seu discurso em 23 de junho. Mas, em 20 de junho, os deputados reuniram-se na Sala do Jogo da Péla (uma espécie de quadra de tênis coberta) e juraram solenemente continuar as reuniões até que a França tivesse uma nova constituição.

No discurso do dia 23, o Rei jurou respeitar as liberdades civis, concordou com a igualdade fiscal e prometeu que os Estados Gerais se reuniriam regularmente no futuro, mas em câmaras separadas para o clero e a nobreza. A França se tornaria, então, uma monarquia constitucional.
Era muito pouco, muito tarde. Ao serem convocados para se reunir, pelo oficial responsável, o presidente da Assembleia Nacional respondeu que eles não recebiam ordens. Uniram-se à Assembleia, 150 deputados do clero. A contragosto, dias depois, o Rei orientou os nobres a unirem-se à Assembleia Nacional.

Nos dias seguintes, o Rei mandou 20 mil soldados para as ruas de Paris. Naquele ano de 1789, o suprimento de alimentos caiu e os preços aumentaram muito. Era mais lenha na fogueira. Vendo tantos soldados nas ruas, os franceses temiam por uma reversão da causa patriótica e se rebelaram. Em 13 de julho, parisienses assaltam lojas de armamentos. Em 14 de julho, invadiram o Hôtel des Invalides, que funcionava como arsenal, e levaram milhares de rifles, em seguida, a Bastilha foi tomada pelo povo. Em outra parte de Paris dois oficiais foram linchados, presumivelmente por tramar contra o povo. Eleitores de Paris expulsaram os oficiais reais da Prefeitura, instituíram uma municipalidade revolucionária e organizaram uma milícia para patrulhar as ruas. Rebeliões similares ocorreram em 26 das 30 maiores cidades francesas.

Em 27 de agosto, a Assembleia promulgou seus princípios básicos: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (Déclaration des droits de l'homme et du citoyen). Seu primeiro artigo estabelecia que homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. Uma revolução jurídica e social para a época.
Seguiu-se um período de instabilidade política crescente até se transformar em um regime de terror. Em 1792, a guilhotina foi instituída como instrumento para execuções públicas. Em 1793, o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta foram executados por traição. Muitos membros da Assembleia foram guilhotinados, incluindo líderes como Danton e Robespierre (1794).


A instabilidade política e social, por que passava a França, foi o palco perfeito para Napoleão Bonaparte emergir como líder militar. Em 1799, após um golpe de estado, Napoleão assumiu o poder. Em 1804, foi coroado Imperador. Seguiu-se um período expansionista. Até 1807, várias nações europeias caíram sob seu controle.
No final de 1807, as tropas de Napoleão invadiram Portugal. Em vez de entregar seu Reino para a França, como fizeram outros soberanos, o Príncipe Regente D. João seguiu para o Brasil, desembarcando em Salvador, em janeiro de 1808. Em 10 de junho, Dom João declarou guerra a França e os portugueses lutaram, com apoio da Inglaterra, para expulsar os franceses. Em 1809, Dom João invadiu a Guiana Francesa, como represália (devolvida somente em 1817). Em 1811, os franceses foram expulsos de Portugal. Em 1812, a Rússia imitou Portugal, com uma retirada estratégica de Moscou, para voltar a atacar e derrotar os franceses.
Em 1815, Napoleão foi definitivamente derrotado e preso na ilha britânica de Santa Helena, no Oceano Atlântico. Lá, morreu em 1821.

Com a queda de Bonaparte, a monarquia voltou à França. Reinaram Luís XVIII (1815-1824), Carlos X (1824-1830) e Luís Filipe, que abdicou em 1848.
Em 1848, uma nova revolução deu início à Segunda República. Luís Bonaparte, sobrinho de Napoleão, foi eleito presidente. Após um golpe de estado e um plebiscito, ele se tornou o Imperador Napoleão III, em 1852.
Nos anos 1860, os alemães buscavam unificar a nação, liderados por Bismarck, ministro da Prússia. Napoleão III resistiu à ideia, entrou em guerra com a Prússia, em 1870, e saiu derrotado. A França perdeu a Lorena e a Alsácia para os alemães. O Segundo Império caiu. Napoleão III foi preso e exilado.
Em 4 de setembro de 1870, a República foi proclamada na França, pela terceira vez. A guerra com a Prússia terminou, em 1871, e os franceses foram obrigados a pagar uma pesada indenização.

No início do século 20, a França passava por um período de prosperidade econômica e social, interrompido em 1914 pela Primeira Guerra Mundial. Em 1918, a França saiu vitoriosa da Guerra, mas economicamente arruinada. Dessa vez, foram os alemães que tiveram que pagar uma pesada indenização.
Ressentidos com as humilhações da Primeira Guerra Mundial e a deterioração econômica, os alemães colocam Hitler no poder e, em 1939, iniciaram a Segunda Guerra Mundial. Os alemães ocuparam o norte da França. A resistência francesa foi liderada pelo General De Gaulle. Em 6 de junho de 1944, os Aliados desembarcaram na Normandia e libertaram a França, em 25 de Agosto.
Nas décadas seguintes, a França perdeu a maior parte de suas colônias na África e na Ásia.




Versailles

O Château de Versailles, localizado na cidade do mesmo nome, em Île-de-France (mesma região de Paris). Inicialmente era um retiro privado para o Rei Luís XIII. Em 1682, foi transformado por Luís XIV em um grande complexo e residência oficial do rei.
A maior parte da construção no local alastrando foi realizado em quatro fases entre 1664 e 1710, durante o reinado de Luís XIV.

Principais características do monumento

- O Palácio de Versalhes é uma construção imponente e luxuosa situada na cidade de Versalhes (subúrbio de Paris - França).

- O palácio começou ser construído nas primeiras décadas do século XVII. Em 1664, durante o governo de Luis XIV, foi finalizado.

- Foi utilizado como centro do poder real francês durante o absolutismo

- Representava o grande poder econômico e político da realeza francesa nos séculos XVII e XVIII.

- Possui 700 quartos, 2 mil janelas e mais de 1000 lareiras. O parque que envolve o palácio têm, aproximadamente, 700 hectares.



- Principais espaços do Palácio de Versalhes: Grand Appartement du Roi, Grand Appartement de la Reine, Appartement du Roi, Le petit appartement du Roi, Le petit appartement de la Reine, Appartements du Dauphin et de la Dauphine, Galerie des Glaces e Capelas.


- Internamente é muito luxuoso, Possui obras de arte, detalhes em ouro no teto e paredes, lustres de cristal e pisos de mármore.

- Foi transformado em museu no ano de 1837.

- É considerado um dos maiores palácios do mundo.

- É considerado Patrimônio Mundial da Unesco.


- É um dos pontos turísticos mais visitados da Europa.



http://www.franca-turismo.com/historia.htm


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DICAS DE VIAGEM: MUSEU DO LOUVRE- PARIS , FRANÇA

Museu do Louvre Endereço:  Rue de Rivoli, 99 -  Traçar rota Telefone:  (1)  4020-5317 Site:   http://www.louvre.fr Horá...